CHAMADA PARA PUBLICAÇÕES: Dossiê “Amor à Terra! Amor, aterra!”
Editores: Tiago Amaral Sales (UFU), Emanuely Miranda (Unicamp), Fernando Monteiro Camargo (Unicamp), Mario Mendiondo (USP) e Susana Oliveira Dias (Unicamp).
Os artigos, ensaios, resenhas e produções artísticas e culturais devem ser adequados às normas para publicação e enviados à Comissão Editorial até o dia 01 de fevereiro de 2027 por meio eletrônico para climacom@unicamp.br. O dossiê será publicado a partir de junho de 2027.
Leia a proposta do dossiê e conheça as normas de publicação da ClimaCom.
Dossiê “Amor à Terra! Amor, aterra!”
| chamada aberta para 2027 |
| EDITORIAL |

Imagens de Valéria Scornaienchi e Laura Lino
“O caminho para o amor não é árduo ou oculto, mas precisamos escolher dar o primeiro passo”
bell hooks – Tudo sobre o amor (2021, p. 197)
Amar a Terra, o planeta que habitamos. Amar a terra, solo que pisamos e que compomos, que nos misturamos em fluxos e ciclos de matéria e energia, em metamorfoses (Coccia, 2020), fazendo mundo com o mundo. Amar talvez seja também aprender a permanecer em relação com um mundo vivo, ferido, múltiplo e em transformação. Amar as vidas e os seus encontros – entre ciências, tecnologias, artes, filosofias, comunicações, engenharias, educações, e… e… e… amar, apesar de tantos pesares. Amar em tempos de mudanças climáticas, de catástrofes, de desastres. Amar no Antropoceno, amar aquém e além do Antropoceno, Capitaloceno, Plantationoceno… Amar… o diferente, a diferença, o múltiplo. Amar…
A escritora bell hooks (2021), em seu livro Tudo sobre o amor, nos convida a nos engajarmos com práticas amorosas em nosso cotidiano como ética de vida. Amar, nesse caso, diz respeito ao compromisso, ao cuidado, à responsabilidade. Amar, assim, é visto como ação, como engajamento, como mobilização, não se tratando de ação individual, mas sim de um pacto coletivo e político. De acordo com ela, amar diz respeito também à confiança e ao tempo. A prática do amor exige demora, atenção e disponibilidade. A partir daí, nos interessamos pela seguinte pergunta: poderíamos multiplicar esse amor em perspectivas multiespécies, um amor à Terra/terra, um amor que nos possa aterrar em nossos territórios de vida?
Donna Haraway (2021, p. 139), que está constantemente atenta à relação entre humanos e mais que humanos, diz que “[…] os objetos de amor são inapropriados”. Podemos pensar sua afirmação no sentido de que amar não demanda um padrão determinado pela humanidade, e nem uma objetificação do outro. Quiçá, amar pode ser romper com isso e ver a diferença do outro como potência do nosso encontro. É preciso dizer ainda que Haraway (2021, p. 11) entende o amor como uma “[…] aberração histórica e um legado natural-cultural”, que engaja a carne, que envolve uma constituição recíproca, que leva a alteridade significativa a sério, que conta outras histórias, que se desenrola numa dimensão cósmica e multiespécie.
Nesse sentido, em tempos de violências e colonizações, importa trazermos a seguinte pergunta à tona: como amar sem objetificar o outro, vivendo e morrendo com a força de sua presença, de sua carne, de sua existência? Talvez as águas e os espaços “anfíbios” nos ajudem a imaginar também essas formas de amar. Lugares de encontro entre terra e água, como os pântanos, mangues e brejos. Esses espaços nos lembram que a vida se faz em relação, mistura, transbordamento e coexistência entre diferentes seres e mundos.
Começamos a sonhar coletivamente este dossiê no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia – Observatório Nacional de Segurança Hídrica e Gestão Adaptativa (INCT – ONSEAdapta), bem como inspiradas e inspirados nas leituras coletivas de bell hooks (2021), de Donna Haraway (2023) e Marisol de La Cadena (2024) – sobretudo nos encontros do grupo de pesquisas multiTÃO (Unicamp/CNPq) –, autoras que muito nos ensinam sobre o cultivo de um amor que rompe barreiras entre humano e não humano, que fissura a lógica da posse, que alarga a própria experiência de ser vivo e de habitar o mundo. Assim, a partir desses diálogos teóricos – que também alimentam práticas possíveis –, entendemos que amar a Terra/terra é também amar a nós mesmos para além de um sentido individual, mas chegando a uma dimensão do coletivo.
Amar a Terra/terra é, então, também um modo de aterrarmos, de nos percebermos como seres desta Terra. Em diálogos com Haraway, o antropólogo Bruno Latour (2020) afirma que, “[…] talvez seja hora de falar não mais em humanos, mas em terrestres, insistindo assim no húmus e, a bem dizer, no composto presente na etimologia da palavra ‘humano’” (p. 105). Assim, tais reflexões nos convocam a percebermo-nos como terrestres, já que “[…] o Terrestre, estando vinculado à terra e ao solo, é também uma forma de mundificação, já que não se restringe a nenhuma fronteira e transborda todas as identidades” (Latour, 2020, p. 68).
Segundo bell hooks (2021, p. 194), “A prática do amor exige tempo”. Com isso, compreendemos que amar dá trabalho, demanda tempo, força, energia… demanda imersão e dedicação. Exige deslocar o corpo e o pensamento da cultura do “eu”, tão alimentada pelo sistema colonial capitalístico (Rolnik, 2018), tão investida no Capitaloceno com a transformação da vida em produto; e pelo Plantationoceno, com a monocultura vegetal e também relacional – instâncias essas que transformam a vida em posse, a Terra/terra em recurso e os seres em mercadoria. Amar, então, pode romper com as dinâmicas monoculturais, logo coloniais, como vem nos ensinando também a pensadora e pesquisadora indígena Geni Nunez (2023).
Levar a sério uma prática amorosa implica perceber que habitar uma Terra/terra viva e profundamente ferida é entrar em relação com múltiplas existências, humanas e não humanas, em dinâmicas atravessadas por conflitos, disputas e tensões, sim, mas também por colaborações e cocriações, por trabalhos coletivos que afirmam a diferença, mesmo que nem sempre produzindo harmonia ou cooperação. Amar, então, nessa perspectiva que defendemos, não seria buscar pureza, certeza ou controle, mas aprender a sustentar encontros, afetos e responsabilidades em meio às complexidades do viver em um planeta e em relações inter, intra e multiespecíficas que precisam urgentemente de cuidado.
Fazer do próprio corpo um ninho – como nos ensinam aves, aranhas, caracóis, caranguejos e tantos outros seres – como território de nascimento, de produção e de emergência de vida, sem aprisioná-lo na ideia de um “eu” isolado, reconhecendo-o como território coletivo, atravessado por histórias, desejos e presenças múltiplas. Amar, assim, inspirado em hooks (2021), é também cultivar o perdão, entendendo que ele pode deixar de ser esquecimento ou submissão para tornar-se afirmação da vida: uma força capaz de romper com o ressentimento e com a repetição da violência, abrindo espaço para outros modos de existir, cuidar e criar mundos compartilhados. Assim, afirmando que “[…] quando amamos corretamente, sabemos que a resposta saudável e amorosa à crueldade e ao abuso é nos retirarmos do caminho dos danos” (hooks, 2021, p. 168), podemos também fugir de dinâmicas e relações intoxicadas, narcísicas, coloniais, demasiadamente apegadas na noção de posse e de controle. Mas, mais do que fugir, podemos experimentar outros modos de nos situarmos e compormos mundos coletivamente.
Talvez o amor e o ato de amar sejam os elos possíveis para tecer relações entre-corpos, entre-vidas, entre-mundos. Ailton Krenak (2022) nos convoca para colocarmos nosso coração pulsando junto à Terra/terra. Aqui, experimentamos pensar que atender ao seu chamado nos responsabiliza a amarmos uma diversidade de seres e forças, nos colocarmos em relação com eles, dedicarmos tempo e atenção à percepção e à disponibilidade, interrogarmos nossos procedimentos e binarismos, desviarmos de hierarquias e cultivarmos possibilidades de um futuro que seja vivido amorosamente e coletivamente.
Em tempos marcados por devastação, violências e esgotamentos, talvez o amor possa ser experimentado como prática de resistência, cuidado e criação de outros modos de habitar e nomear a Terra/terra. Aqui, entendemos Terra/terra como um espaço-tempo de agência, presença, envolvimento e encontro. Buscamos desviar dos conceitos de natureza e meio-ambiente que produzem dicotomias entre humanidade e animais, humanidade e plantas, humanidade e espiritualidades. Nos interessamos por pensá-la como “Urihi”, que vem a ser “terra-floresta”, conforme Kopenawa (2023) nos apresenta a partir da cosmologia yanomami e Albert (2023) nos explicar como uma “vasta entidade vida” que não se resume a um espaço ou a um recurso e que, inclusive, sofre quando há derrubadas ou incêndios. Assim, experimentamos pensar e agir junto a uma Terra/terra que sente, que tanto ama quanto é amada.
Por isso, convidamos vocês a cocriar um território amoroso na Revista ClimaCom a partir do dossiê temático Amor à Terra! Amor aterra! Buscamos trabalhos em diferentes formatos e interlocuções, desde que sejam amorosos. Esperamos artigos e ensaios acadêmicos, produções artísticas, experimentações visuais, narrativas, fotografias, poemas, vídeos, cartografias, composições sonoras, diálogos entre arte, técnica, ciência e filosofia que manifestem o amor à Terra/terra e os modos de aterrarmos coletivamente em tempos de desastres e mudanças climáticas numa dimensão cósmica, que pensem em torno dele e o acionem em suas práticas, palavras e imagens.
Referências:
ALBERT, Bruce. KOPENAWA, Davi. O espírito da floresta: a luta pelo nosso futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2023.
CADENA, Marisol de la. Seres-terra: cosmopolíticas em mundos andinos. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2024.
HARAWAY, Donna. Ficar com o problema: fazer parentes no Chthuluceno. São Paulo: n-1 edições, 2023.
HOOKS, bell. Tudo sobre o amor: novas perspectivas. São Paulo: Elefante, 2021.
KRENAK, Ailton. Futuro Ancestral. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
LATOUR, Bruno. Onde aterrar? Como se orientar politicamente no Antropoceno. ed. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020
NÚÑEZ, Geni. Descolonizando afetos: experimentações sobre outras formas de amar. São Paulo: Paidós, 2023.
PIEMONTESE L. et al. (2026) Ancestral sociohydrology: Transforming water research by learning from multiple ways of knowing, relating to, and governing water. PLOS Water 5(5): e0000550. doi:10.1371/journal.pwat.
ROLNIK, Suely. Esferas da insurreição: notas para uma vida não cafetinada. São Paulo: n-1 edições, 2018.
NORMAS PARA A PUBLICAÇÃO
SUBMISSÃO DE ARTIGOS, ENSAIOS E RESENHAS até o dia 01 de fevereiro de 2026
SEÇÃO PESQUISA
A Revista ClimaCom recebe artigos, ensaios e resenhas originais para publicação nos Dossiês para os quais faz chamadas temáticas, e também recebe artigos, ensaios e resenhas originais em fluxo contínuo. Os autores deverão observar o tempo de 2 anos para nova publicação na ClimaCom.
As contribuições são avaliadas pela Comissão Editorial e por pareceristas ad hoc, por meio de revisão às cegas, reservando-se o direito da Revista de propor modificações com a finalidade de adequar os artigos e demais trabalhos aos seus padrões editoriais.
Os originais submetidos à Revista não podem estar em processo de avaliação simultânea em outra publicação e devem ser inéditos no Brasil, cabendo ao Conselho Editorial avaliar a conveniência de publicar ou não trabalhos já divulgados em outros idiomas por revistas e órgãos editoriais de outros países.
Cabe à Comissão Editorial uma análise preliminar dos originais recebidos, a fim de verificar a conformidade com as linhas editoriais e as normas da Revista, podendo recusá-los ou encaminhá-los, caso aprovados, para processo de avaliação com vistas à sua publicação ou não. Poemas e outras modalidades de produção artístico-literária e iconográfica são também publicados, mas unicamente mediante convite da Comissão Editorial.
É condição para a publicação dos materiais a adequação à linha editorial da revista, o cumprimento das normas e a revisão prévia.
Instruções aos colaboradores:
Apreciação pela Comissão Executiva Editorial
Os trabalhos serão, primeiramente, apreciados pela Comissão Editorial Executiva, que solicitará pareceres aos Consultores ad hoc, que permanecerão anônimos. Os artigos serão encaminhados aos consultores sem identificação. Os autores serão notificados da aceitação ou recusa de seus artigos.
Quando forem indicadas modificações substanciais, o autor será notificado e poderá realizá-las, devolvendo o trabalho reformulado dentro do prazo estabelecido pela Comissão. Antes da publicação dos trabalhos, os pareceres serão enviados aos autores. Caso os autores não levem em consideração os apontamentos e sugestões de correção contidas nos pareceres, o texto não será publicado.
A decisão final acerca da publicação ou não do trabalho caberá sempre à Comissão Editorial Executiva.
ARTIGOS
Serão aceitos artigos inéditos em português e espanhol com o mínimo de 5 páginas (para as áreas de exatas e biológicas) e 10 páginas (área de humanas) e o máximo de 30 páginas, excluindo as referências finais.
ENSAIOS
Serão aceitos ensaios inéditos em português e espanhol entre 5 e 15 páginas, excluindo as referências finais. Os ensaios caracterizam-se pela maior liberdade formal na exposição do tema de interesse do autor e de seus argumentos. Seu caráter é o de um exercício do pensamento, mas não desprovido de rigor.
RESENHAS
Serão aceitas resenhas de livros em português e espanhol de até 8 páginas, incluindo as referências finais.
FORMATAÇÃO PARA ARTIGOS, ENSAIOS E RESENHAS
Os artigos, ensaios e resenhas deverão obedecer estritamente à formatação apresentada nos respectivos templates (margens, tamanho da folha, espaçamentos, tamanho de fonte, estilos etc.), que trazem também exemplos das normas para citação e referenciação. Os casos não exemplificados deverão ser consultados nos documentos da ABNT linkados abaixo.
(baixe o template em word aqui)
(baixe o template em word aqui)
(baixe o template em word aqui)
1) Serão aceitos arquivos somente nos formatos Microsoft Word 97-2003 ou versão superior.
2) A avaliação dos pareceristas ad hoc será anônima, por isso deverão ser enviados dois arquivos: um com autoria e outro sem os nomes dos autores e sem qualquer informação que identifique autoria. No lugar dessas informações deverá ser usada a palavra AUTOR.
3) As citações deverão seguir a NBR 10520 – 2002;
4) As referências deverão seguir a NBR 6023 – 2002;
5) Para o uso de Figuras ver tópico 5.9 da NBR 14724 – 2011;
6) Para os artigos, havendo o uso de Quadro e Tabela devem deve ser consultadas as Normas IBGE completo, ou Normas IBGE simplificado;
7) As únicas expressões latinas que poderão ser usadas no corpo do texto e nas notas ao final, quando necessário, é apud e a abreviatura et al.
8) Ao final do texto, o uso de inteligência artificial deverá ser obrigatoriamente informado. Deve-se indicar a ferramenta utilizada e explicitar o que a IA fez. Além disso, deve-se apresentar uma declaração afirmando que o autor revisou o conteúdo do texto e que assume a responsabilidade pela escrita do texto.
SEÇÃO ARTE
SUBMISSÃO DE PRODUÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS
Esta seção atua como um espaço expositivo da revista, no qual podem ser publicadas produções artísticas e culturais nas mais diversas modalidades (vídeo, áudio, fotografia, escrita, pintura, desenho, etc.) que possam multiplicar pensamentos em torno das mudanças climáticas na relação com o tema proposto por cada edição da revista. Também podem ser submetidos registros de produções (instalações, oficinas, exposições, intervenções, etc.), em formato digital para publicação.
A comissão julgadora das produções artísticas e culturais é composta pelo Conselho Editorial e avaliará as submissões com base nas seguintes normas:
1) A Revista ClimaCom é uma publicação eletrônica, por isso TODAS as produções submetidas devem ser convertidas em formato digital (áudio, vídeo ou imagem).
2) As produções devem vir acompanhadas de arquivo em doc do word contendo:
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dados do(s) autor(es) (nome, instituição, e-mail, telefone);
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título da produção;
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resumo de no máximo 500 palavras (não obrigatório);
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no caso das produções audiovisuais, deve conter ainda o link em que o arquivo se encontra disponível para avaliação;
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FICHA TÉCNICA da produção no arquivo com as seguintes informações, quando for pertinente ao trabalho: título da obra, autor, diretor, roteirista, editor, coordenador, técnica, fotógrafo/câmera, música original, financiamento, projeto, país de produção, ano de produção.
3) As produções audiovisuais serão analisadas através de endereço eletrônico gerado pelo youtube ou vimeo, e, no caso das produções aceitas para publicação, o arquivo deve ser encaminhado via google drive para a revista;
4) As produções submetidas em imagem digital devem possuir resolução mínima de 72 dpi, e com 1024 pixels no maior lado da imagem, no formato JPEG.
5) O(s) autor(es) poderão submeter até 1 série de imagens, é aconselhado que cada série seja composta de até 16 imagens (se necessário a equipe da revista poderá efetuar alterações na qualidade e tamanho das imagens, para melhor adequação aos parâmetros da revista, após consultar os autores).
6) Caso seja necessário, um representante da revista entrará em contato com os responsáveis pelas obras selecionadas solicitando o envio de cópias autenticadas dos documentos exigidos por lei, tais como licença ou cessão de direitos autorais, autorização das pessoas filmadas para exibição de sua voz e imagem, autorização para uso de fonograma, músicas, obras audiovisuais, fotográficas ou de outros direitos autorais que sejam relacionados com o vídeo inscrito.
7) O produtor é responsável pela utilização de imagens ou músicas de terceiros em seus trabalhos. Todos e quaisquer ônus por problemas de direitos autorais recairão exclusivamente sobre o realizador do trabalho inscrito.
8) As submissões serão realizadas através do e-mail: <climacom@unicamp.br>, até o dia 01 de fevereiro de 2027. O(s) autor(es) deve(m) encaminhar no e-mail o arquivo PDF com os dados, título, link, resumo e ficha técnica da produção, junto às imagens que compõem a série.
