INCERTEZAS

ISSN 2359-4705

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Dossiê Incertezas

| ano 3, n. 7, 2016 |

| EDITORIAL | 

 

Abrir o humano à incerteza. Esse desafio, que atravessa as mudanças climáticas de modo sintomático, mas que sobretudo é ahistórico e inerente ao homem como operar acontecimental, é o que move os artistas, filósofos e pesquisadores que contribuíram para este sétimo dossiê da ClimaCom. Tal abertura aparece em filmes, esculturas, instalações, fotografias, desenhos, animações, artigos, ensaios como a condição de possibilidade para escaparmos ao tristemente previsível, a tudo aquilo que sufoca o fluxo metamórfico, frágil e incerto da vida. Uma urgente necessidade de lidar com uma incerteza que não é passageira, mas que se efetua como nutriente indispensável de vida e criação. Uma necessidade irrefutável que exige a invenção permanente de modos de combate e de composição com a incerteza e não contra ela, forçando à variação contínua dos modos de pensar e agir, cujos (anti)-métodos justo habitam a incerteza como plano primordial simpoiético, capaz de impedir que a percepção se torne hábito, se cristalize e que, pelo contrário, sempre seja re-inventada e diferida em novas matrizes.

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ARTIGOS

Injurious forms of dependency: toward a decolonizing resurgence of indigenous peoples?*

La incertidumbre como destino político

Estudos multiespécies: cultivando artes de atentividade*

Figuras de la incerteza

Lo que se ve, lo que se toca. Por una poética de lo irregular, inestable y en metamorfosis.

Revendo nuvens*


RESENHAS

XXIII – Natimorto


ENSAIOS

Como uma atmosfera: filosofia como um clima de conhecimento*

A escala humana (um fragmento de O que vi – Diário de um espectador comum)

Preservar o homem? Afectografia de Estamira


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Conhecendo (n)o Antropoceno

 
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