CARTAS E CATACLISMAS

ISSN 2359-4705

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Dossiê Cartas e Cataclismas

| ano 4, n. 8, 2017 |

| EDITORIAL | 

 

“Entre a permanência e a ruptura, quase um parênteses. Junto aos parênteses, pelos vãos, entram e saem (im)possibilidades de comunicação e diálogo entre os mais diversos suportes midiáticos, artísticos e científicos que podem ser disparados, como cartas ao vento, garrafas ao mar… Um propor sub-versões dos versos de Sá e Guarabira: “o sertão vai virar mar, dá no coração, o medo que algum dia o mar também vire sertão”. Diversidade em versos, ideias, proposições, pesquisas, argumentações. Diversas cidades que, assim como os vãos dos parênteses, perfuram e rasuram essas comunicações e diálogos múltiplos, proporcionando outras propostas para os climas e os cataclismos, ktaklusmós,oû, da etimologia grega “inundação; desaparição”; do verbo kataklúzσ “cobrir de água”. Cataclismatizar e não somente climatizar os lugares, os espaços, os tempos, as vidas, as pesquisas, as escritas. Resistir, reexistir junto às tensões do imponderável”.

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