Ernesto Bonato | oolhoeorio

Título | oolhoeorio

 

Son los ríos

Somos el tiempo. Somos la famosa

parábola de Heráclito el Oscuro.

Somos el agua, no el diamante duro,

la que se pierde, no la que reposa.

Somos el río y somos aquel griego

que se mira en el río. Su reflejo

cambia en el agua del cambiante espejo,

en el cristal que cambia como el fuego.

Somos el vano río prefijado,

rumbo a su mar. La sombra lo ha cercado.

Todo nos dijo adiós, todo se aleja.

La memoria no acuña su moneda.

Y sin embargo hay algo que se queda

y sin embargo hay algo que se queja.

Jorge Luis Borges

 

O que faz com que duas pessoas se encontrem toda semana, sempre no mesmo horário, durante meses ou mesmo anos a fio para se sentarem uma diante da outra quase imóveis, quase quietas, por duas horas ou mais, cúmplices em um propósito que se revela de saída impossível: o de fixar em uma única imagem a inescrutável face humana? Quem sabe dos motivos reais? Há algo de patético e irremediavelmente belo nesse esforço que se sabe vão e que se sustenta em algo invisível, inapreensível e que não oferece de antemão nenhum tipo de garantia ou ganho. A cada instante tudo se modifica: luz, cores, a posição dos corpos, os humores, a alma que se move nos dois sujeitos que compõem a ação – o modelo e o pintor. Tudo é movediço e, no entanto, o mesmo lugar, a mesma pose, a mesma disposição, a mesma tela são revisitadas a cada vez como se sempre estivessem ali. Esta mobilidade na imobilidade e, inversamente, a sensação de que ‘algo’ permanece apesar do fluxo em perpétua mutação, emergem dessa situação absurdamente artificial e codificada que é a pose. Nesse estado de forçada imobilidade, notamos que tudo se move. Nesse estado de silêncio, escutamos os inúmeros sons a nossa volta. Nesse esforço de perceber diretamente o que está diante de nós, surpreendemos a memória brincando com seu jogo de espelhos. A imagem que vai sendo formada na tela é sempre o passado, mas é também um acúmulo de presentes sobrepostos num concerto harmônico e desarmônico ao mesmo tempo. Esse (des)concerto produz um micro movimento onde a alma se imiscui e brinca, às vezes num sorriso sutil ou num brilho de olho, e algo mágico parece nos surpreender: o fato de, apesar de tudo, estarmos diante de uma presença e que, em algum nível, é possível haver um encontro real entre duas pessoas. (Todo retrato é um rio > Ernesto Bonato, outubro de 2016)

A pintura do retrato vem sendo investigada pelo artista desde 2009 como meio de se estabelecer encontros dilatados com o outro, onde tempo, diálogo e silêncio tornam-se tecido na construção conjunta de uma imagem que é ao mesmo tempo identidade e alteridade. O convívio nascido desse acordo voluntário entre dois indivíduos que se encontram regularmente para se olharem mutuamente, gera uma possibilidade de diálogo muitas vezes mudo, que vai sendo de algum modo registrado na tela, em uma imagem sintética. O tempo das sucessivas poses impregna o retrato pintado de uma qualidade diversa daquela captada instantaneamente pelo equipamento fotográfico, emprestando corpo à duração. No decorrer dos encontros, a expectativa de construção de uma imagem que corresponda a persona do retratado é desafiada pelo tempo e pelo olhar do outro e acaba por ser subvertida, gerando muitas vezes um não retrato: uma imagem que pode revelar aquilo que não se queria ou não se sabia. Nesse processo, o convívio e a observação são fundamentais para a construção da obra, que vai além da pintura em si, mas engloba o próprio ato de sentar-se diante do outro, os depoimentos e silêncios envolvidos. O conjunto de pinturas das mais diferentes pessoas, realizadas em diversas situações e locais, mas sempre partindo da premissa do convívio, da escuta e do silêncio, constitui-se em um indício de uma outra possibilidade de abordar a representação da face humana, tão exacerbada em nossa época pelos meios de informação, redes sociais, celulares, publicidade e pela arte, quase sempre mediadas ou derivadas da fotografia e do vídeo. O reencontro da observação direta, do desenho e da pintura desloca a questão do campo da pura representação e das implicações sociais e políticas da imagem, para o da ação, do fazer e da experiência existencial, implícitas nos encontros e na pintura que deles deriva. Busca-se subverter a própria noção do retrato como afirmação/confirmação da personalidade e da imagem social que se quer oferecer, para, no lugar disso, assumir essa prática como uma possibilidade de encontro e reconhecimento de si e do outro.

 


 

Exposição de Pinturas e desenhos

O projeto o olho e o rio foi exposto pela primeira vez no Museu de Arte Contemporânea de Campinas, de 20 de setembro a 27 de outubro de 2018 e reuniu cerca de 100 pinturas e desenhos, realizados entre 2009 e 2018. As obras foram agrupadas por diferentes critérios de modo a criar uma grande instalação que sugeria ao visitante relações significativas entre os grupos de retratos. Algumas das obras presentes na exposição estavam relacionadas a vídeos e áudios gravados durante as sessões de pintura, os quais podiam ser acessados pelo celular utilizando os códigos QR encontrados nos espaços expositivos. Além disso, um vídeo abordando os encontros entre artista e modelos era exibido continuamente na mostra.

A exposição contava também com um ateliê onde ocorreram sessões de pintura e desenho com modelos voluntários. O ateliê também abrigava palestras e conversas com convidados. A presença do ateliê em um dos espaços expositivos do museu buscou enfatizar o encontro e a ação como parte da obra pictórica, além de criar a oportunidade para se investigar a representação da figura humana a partir de diferentes dinâmicas. A mostra recebeu apoio do Proac, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

 

Vídeo

Durante o ano de 2018, muitas das sessões de pintura foram filmadas, gravadas e fotografadas, gerando um outro tipo de registro que, ao ser editado e montado em forma de vídeos curtos, passou a revelar, de um terceiro ponto de vista, aquilo que se produzia nesses encontros, impregnando-os de memória e de narrativas que se organizam de uma forma diversa da pintura. Esses vídeos tornam presentes a ação, o processo de construção da imagem pelo artista e pelo modelo, a atmosfera dos encontros através do movimento, enquanto, na pintura, é a sobreposição dos gestos e das diferentes camadas de tinta que contam essa história em imagens únicas e aparentemente estáticas. Quando colocamos o vídeo e a pintura em relação, é possível sentir uma diferença substancial de Tempo e de percepção gerados pelos diferentes meios de expressão, ferramentas e pontos de vista. Quinze vídeos foram feitos em parceria com o artista Vinícius Cruz para a exposição ‘O olho e o rio’.

 

Música

Outro desdobramento do projeto foi a gravação do CD HUMANO, em parceria com o Âmago Trio, lançado em junho de 2019 no Teatro Castro Mendes, em Campinas, com a participação dos músicos convidados Diogo Nazareth, João Arruda e Gustavo Infante. O CD reune 12 improvisos dedicados à 12 pessoas diferentes, que também foram retratadas em pintura pelo artista Ernesto Bonato. O projeto amplifica a possibilidade do encontro e da escuta, ao propor um diálogo entre a pintura e a música, valendo-se da possibilidade que o improviso cria em ambos os casos. O objeto CD é acompanhado de um livreto com a reprodução dos retratos pintados, possibilitando ao ouvinte interagir também com os retratos enquanto ouve as músicas. O projeto oolhoeorio continua ativo, seja com as sessões de pintura que o artista mantém em seu ateliê em Campinas, seja com exposições e grupos de trabalho que organiza em outros espaços.

 


 

SITE OOLHOEORIO:

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VÍDEO OOLHOEORIO (MAIOR):

https://www.youtube.com/watch?v=PuYv1AzXEW8&t=103s

VÍDEO OLHOEORIO (EXPOSIÇÃO MACC):

https://www.youtube.com/watch?v=qnYk9BLS6pI

VÍDEO OOLHOEORIO (PALESTRA ERNESTO BONATO):

https://www.youtube.com/watch?v=MGG0RMvXNFc

VÍDEO HUMANO ÂMAGO TRIO (COM SINHÁ ROSÁRIA):

https://www.youtube.com/watch?v=O3O2wREE6cA

PARA OUVIR O CD HUMANO ÂMAGO TRIO NO SPOTIFY:

https://open.spotify.com/album/3jGak0TZYusLQMyqXwowLO

 


 

Fotografias

1 – Ernesto Bonato. “e.” Óleo s/ tela. 94,5 x 74 cm. 2018. Foto: Sérgio Guerini

2 – Ernesto Bonato. “d.” Óleo s/ tela. 200x 170 cm.2018. Foto: Sérgio Guerini

3 – Ernesto Bonato. “u.” Óleo s/ tela. 206 x 92 cm. 2018. Foto: Sérgio Guerini

4 – Ernesto Bonato. “r.” Óleo s/ tela. 120 x84 cm. 2018. Foto: Sérgio Guerini

5 – Ernesto Bonato. “c.” Óleo s/ tela. 94 x 73cm. 2018. Foto: Sérgio Guerini

6 – Ernesto Bonato. “m.” Óleo s/ tela. 84 x 64 cm. 2018. Foto: Sérgio Guerini

7 – Ernesto Bonato. “b.” Óleo s/ tela. 85 x 59 cm. 2018. Foto: Rafael Valverde

8 – Ernesto Bonato. “a.” Óleo s/ tela. 85 x 59 cm. 2018. Foto: Rafael Valverde

9 – Ernesto Bonato. “s.” Óleo s/ tela. 85 x 59 cm. 2018. Foto: Rafael Valverde

10 – Ernesto Bonato. “j.” Óleo s/ tela. 85 x 59 cm. 2018. Foto: Rafael Valverde

11 – Ernesto Bonato. “e.” giz e carvão s/ papel. 70 x 50 cm. 2018. Foto: Sérgio Guerini

12 – Ernesto Bonato. “m.” giz e carvão s/ papel. 70 x 50 cm. 2018. Foto: Sérgio Guerini

13 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

14 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

15 – Cena da maquete e pinturas no ateliê do artista Ernesto Bonato. 2018. Foto: Vinícius Cruz

16 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

17 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

18 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

19 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

20 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

21 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

22 – Cena do ateliê da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

23 – Cena do ateliê da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

24 – Cena do ateliê da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

25 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Paloma Casares

26 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

27 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

28 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

29 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

30 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

31 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

32 – Cenas de sessão de pintura no ateliê do artista Ernesto Bonato. 2018. Foto: Vinícius Cruz

33 – Cenas de sessão de pintura no ateliê do artista Ernesto Bonato. 2018. Foto: Vinícius Cruz

34 – Cenas de sessão de pintura no ateliê do artista Ernesto Bonato. 2018. Foto: Vinícius Cruz

35 – Cenas de sessão de pintura no ateliê do artista Ernesto Bonato. 2018. Foto: Vinícius Cruz

36 – Cena do show “Humano”, com o Âmago Trio, no Teatro Castro Mendes, em Campinas, SP. 2019. Foto: Marina Faria

37 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

38 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

39 – Cena da exposição “olhoeorio – ernesto bonato”, MAC Campinas, 2018. Foto: Vinícius Cruz

 


 

AUTOR

 

Ernesto Bonato

Natural de São Paulo. Trabalha com pintura, desenho, gravura, fotografia, instalação e intervenção urbana e teve trabalhos expostos em mais de 190 exposições individuais e coletivas no Brasil e em 28 países. Graduado e mestre pela ECA–USP. Participou da criação do serviço educativo do MASP, em 1997. Ensinou gravura em metal na FAAP e desenho e gravura no Centro Universitário SENAC. Membro fundador e coordenador do Atelier Piratininga, em São Paulo, de 1993 a 2013. Prêmio Unesco, no 14º Salão Nacional. Participou da criação de projetos coletivos como o “Projeto Lambe-Lambe”, “Trilingüe ABC: Gráfica atual”, “L´Art Roman vu du Brésil, entre outros. Organizou e participou de diversos intercâmbios, simpósios e palestras sobre arte. Curador de exposições no Brasil e exterior. Coordenou o livro “Lugar, Tempo, Olhar: arte brasileira na França Românica”. Convidado para o Programa de artista residente na Universidade Estadual de Campinas, muda-se para esta cidade em 2011, onde cria, em 2013 a Casa/Ateliê A Árvore, com Marina Faria, onde convive, trabalha.
Principais exposições individuais

2019 – Dies Sicut Umbra. Centre de Diffusion Presse Papier, Trois-Rivières, Canadá I O olho e o rio. Galeria Virgilio, São Paulo, SP I 2018 – O olho e o rio. Museu de Arte Contemporânea de Campinas, SP I 2017 – Maré.02. Casa das 11 Janelas, Belém do Pará I Espelho Gráfico. Via Thorey Galeria, Vitória. ES I Hymnos. ATAL609, Campinas. SP I Maré. Galeria Virgílio, São Paulo, SP I 2016 – Maré.02. MACC I 2012 – Ernesto Bonato I Pinturas. Galeria Mezanino. SP I 2008 – Visagens: visões comuns, visões sublimes. Biblioteca Belmonte. SP I 2005 – Ernesto Bonato. Galerie L´Archipel sur le Lac, San Martin du Lac, Borgonha, França I 2004 – Traversée. Casa Consular da França. SP I 2002 – Fio da meada. Corredorgaleria. Atelier Piratininga, SP I 2000 – Imanência. Centro Cultural Maria Antônia. SP I 1997 – COR. Fundação Cultural de Curitiba. Paraná.

 
Principais exposições coletivas

2019 – Biennale internationale d’estampe contemporaine de Trois-Rivières, Quebec, Canadá I Xilo: Corpo e Paisagem, Sesc Guarulhos I 2017 – Zazen. Estação Cultural do Mosteiro Zen Morro da Vargem, ES I 2016 – Coletiva BR2016. Galeria Virgilio. São Paulo, SP I 2015 – Drie Dagen in Het Noorden. De Punt. Amsterdã, Holanda I 2014 – South Ameri­can Printmaking Exhibition. Guanlan Printmaking Base, Senzhen, China I Brazilian Contemporary Printmaking. IPCNY. NY, EUA I 2013 – Atelier Piratininga 20 anos. Galeria Gravura Brasileira, São Paulo I 2012 – Quatro ensaios gráficos. Estação Pinacoteca. SP I Maré. 01. Galeria de Arte da Unicamp. SP I 2011 – Europalia. 3 Gravura extrema. Centre de la Gravure et de lImage imprimée. Bruxelas, Bélgica I 2010 – Caminos del grabado. Instituto cultural Brasil Venezuela. Caracas, Venezuela I 2009 – 6e Biennale internationale destampe contemporaine de Trois-Rivières. Quebéc, Canadá I 2008 – Grabadores Brasileños Contemporáneos. Fundación Sebastian. Cidade do México I Portal. Mominoki Gallery. Tóquio, Japão I Poéticas da Natureza. MAC-USP. SP I Brazil­ian Contemporary Printmakers. Hyllyer Art Space. Washington, EUA I 2007 – Contemporary Brazilian Printmaking. Pratt Institute. NY, EUA I Ernesto Bonato, Fabrício Lopez, Armando Sobral e Alexandre Sequeira. Galerie dEngramme, Quebec, Canadá I 2006 – MAM na Oca. MAM. SP I L´Art Roman vu du Brésil. A Arte Românica vista do Brasil. Igreja de Anzy Le Duc, Brionnais, França I Clube da Gravura: 20 Anos. MAM. SP I Mario Gruber: a metafísica dos planos. Galeria Marta Traba, Memorial da América Latina. SP I 2005 – Brasil em Cartaz. Les Silos – maison du livre et de l’ affiche. Chaumont, França I Ernesto Bonato and Armando Sobral. Vrije Academie. Haia, Holanda I Safe / not safe / 3. Safe Gallery. Dalfsen, Holanda I In Images we Speak. Amsterdams Grafisch Atelier. Amsterdã, Holanda I Jovem Gravura Contemporânea. Galerie Michèle Broutta e Cite Internationale dês Arts. Paris, França I 2004 – Geometrias. Atelier Tactile Bosch. Cardiff. País de Gales I Im­pressões: panorama da xilogravura brasileira. Santander Cultural. Porto Alegre, RS I 2003 – Brazilian Prints. Art Frankfurt. Alemanha I 2002 – Ação na Pagú. Oficina Cultural Pagú. Santos, SP I 2001 – Trilingüe ABC: Gráfica Atual Museo de Bellas Artes Genaro Perez, Cór­doba, Argentina. Galerie dArt R3, da Universidade de Quebec. Galeria Gravura Brasileira. SP. Fundación Ludwig de Cuba, Havana I 2000 – I Bienal de Gravado de Buenos Aires. Museo del Grabado, Argentina I Investigações: A Gravura Brasileira. Instituto Cultural Itaú, SP I Ernesto Bonato e Claudio Mubarac. Espaço MAM-Nestlé. SP I 1999 – 12nd Norwegian International Print Triennale Fredrikstad 1999, Hebler Centre of International Graphic Arts, Fredrikstad, Noruega I São Paulo Gravura Hoje. Mostra Rio Gravura. Palácio Gustavo Capanema. RJ I Uma Roça, um Oásis. Museu Lasar Segall. SP I 1998 – II International Triennial of Graphic Art Inter- Kontakt-Grafik Prague 98. Praga, República Tcheca I XII Bienal de San Juan del Grabado Latinoamericano y del Caribe. San Juan, Porto Rico I Intergrafia97. Eslováquia, Bulgária e Polônia I 1997 – International Printmaking Cooperatives Exhibition, Prince of Wales Armouries, Edmonton, Canadá I Duto. Atelier Piratininga e FUNARTE. SP I 1996 – Atelier Piratininga. Universidade de Varsóvia, Polônia I 1995 – Goeldi e o nosso Tempo – Museu de Arte Brasileira, FAAP. SP I XXI Norwegian International Print Triennale Fredrikstad, Noruega I 1994 – Xilogravura-Do Cordel a Galeria. MASP. SP I 14º Salão Nacional de Artes Plásticas. RJ I 1993 – XVIII SARP – Salão de Arte de Ribeirão Preto. SP I 1990 – IX Mostra de Gravura de Curitiba, PR.

 

Premiações

2019 – 11th Biennale internationale d’estampe contemporaine de Trois-Rivières, Quebec, Canadá. Prix Invitation Presse Papier I

2014 – III Bienal Internacional de Gravura Livio Abramo, Araraquara, SP. Prêmio do Juri I 2007 – IV Bienal de Gravura de Santo André. Prêmio de aquisição Vila de Paranapiacaba I 1998 – II Salão Sesc de Gravura. Galeria Sesc Copacabana, Rio de Janeiro. Menção Especial do Juri I 1995 – XXIII Salão de Arte Contemporânea de Santo André. Prêmio Aquisição I Norwergian International Print Triennal, Noruega. Menção Honrosa I 1994 – 14º Salão Nacional de Artes Plásticas. Prêmio Unesco I 1993 – XVIII SARP . Prêmio Cidade de Ribeirão Preto I 50º Salão Paranaense. Prêmio Museu de Arte Contemporânea do Paraná I X Mostra de Gravura Cidade de Curitiba. Premio Cidade de Curitiba.

 

Trabalhos nas seguintes coleções

Biennale internationale d’estampe contemporaine de Trois-Rivières, Faculdade de Direito da Unversidade de São Paulo, Museu Casa da Xilogravura, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu de Arte da Unicamp, Arte Vagas, CBK Zuidoost Gallery (Amsterdã), Museu Universitário de Artes (Uberlândia), Galeria Gravura Brasileira (SP), Engramme (Quebéc), Biblioteca Municipal Belmonte de Santo Amaro, SP, Instituto de Arte e Cultura do Ceará, Casa do Olhar de Santo André, Museu Nacional del Grabado da Argentina, Museu de Arte de Ribeirão Preto, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Museu da Gravura Cidade de Curitiba, Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado, S.P., Fundação Nacional de Arte, R.J., Prefeitura de Santo André, Instituto Cultural Itaú – SP, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Society of Northern-Alberta Print Artists, Atelier Presse Papier, Canadá, coleções particulares no Brasil e exterior.

 


 

Ernesto Bonato

E-mail: bonato.ernesto@gmail.com

 

 

 

 

 

 

 

 

BONATO, Ernesto. Oolhoeorio. ClimaCom – Povos ouvir – a coragem da vergonha [online],  Campinas,  ano 6, n. 16. Dez. 2019 . Available from: http://climacom.mudancasclimaticas.net.br/ernesto-bonato-oolhoeorio-3/


 

 

SEÇÃO ARTE | POVOS OUVIR – A CORAGEM DA VERGONHA | Ano 6, n. 16, 2019

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