Bené Fonteles | Ninhos

Título: Ninhos


Série fotográfica em grande formato, impressa com pigmento natural sobre papel algodão.

 


“Sobre a impossibilidade de separar a linguagem poética das outras linguagens. Sou um ser renascentista que nunca separara sua linguagem poética/visual/musical da Arte, Ciência e Espiritualidade. Aliás, para mim não existe nenhuma das três. Pratico o exercício experimental da liberdade (Mário Pedrosa) à procura da unicidade Humana/Divina numa só entidade como por exemplo procurava Clementina de Jesus ou Mestre Julio, do Terno de Moçambique, que não separam nada e põem pés firmes nas raízes para por as mãos livres nos céus. Meu projeto humanista com a Criação é procurar o caminho da Integridade/ética, Harmonia/beleza e Radiância/transcendência para não fazer publicidade e pornografia que nunca serão Arte. Um projeto transgressivo mas não original que confere ao Artivista 1 uma grande responsabilidade de invadir o imaginário do Outro”.

Bené Fonteles, em resposta à pergunta feita pelo editor do dossiê “A linguagem da contingência”, professor Eduardo Pellejero.

 


FICHA TÉCNICA

Ninhos (1988-2019)

Artista: Bené Fonteles

País: Brasil

 


Bené Fonteles nasceu em Bragança (PA) em 1953. É artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta e compositor. Além do trabalho autoral como artista visual, já organizou e publicou diversos livros e catálogos sobre artistas como Rubem Valentim, Mario Cravo Neto, Athos Bulcão etc.. Foi diretor do Museu de Arte da Universidade Federal do Mato Grasso (UFMT) e Museu de Arte de Brasília. Em 2003 recebeu do Ministério da Cultura e da Presidência da República a Ordem do Mérito Cultural. Atualmente é professor visitante no Instituto de Artes, por meio do Edital Professor Especialista Visitante na Graduação, promovido pela Pró-Reitoria de Graduação da Unicamp.

 

FONTELES, Bené; Ninho. ClimaCom – A Linguagem da Contingência [online],  Campinas,  ano. 6, n. 15. Ago. 2019 . Available from: http://climacom.mudancasclimaticas.net.br/bene-fonteles-ninhos/


 

 

SEÇÃO ARTE | A LINGUAGEM DA CONTINGÊNCIA | Ano 6, n. 15, 2019

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